Manifestação no Barreiro em Itabira marcou a manhã desta quarta-feira (26) após a repercussão de um caso envolvendo um aluno de 11 anos ferido dentro da Escola Municipal Candidópolis.
Segundo as informações divulgadas, o caso aconteceu no fim do turno escolar de terça-feira (25), por volta das 11h30. Durante uma briga entre dois alunos, o menino teria sido atingido na cabeça por uma pedrada dentro da unidade de ensino.
O estudante foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e levado ao Pronto-Socorro Municipal de Itabira. Também circulam relatos de que ele teria sido transferido para Belo Horizonte devido à gravidade dos ferimentos, mas essa informação ainda não foi confirmada oficialmente por familiares.
Após o episódio, moradores do bairro Barreiro realizaram uma manifestação cobrando mais segurança para os estudantes e respostas do poder público.
Além da revolta com a agressão, moradores também voltaram a cobrar uma solução para a situação da escola do próprio bairro Barreiro, que, segundo relatos, está em reforma há muito tempo e segue sem previsão clara de retorno das atividades.
Com isso, diversas crianças da comunidade precisaram ser transferidas para outra unidade escolar. Segundo moradores, essa mudança teria aumentado a preocupação entre pais e responsáveis, principalmente pela convivência entre alunos de diferentes faixas etárias.
Pais ouvidos por moradores afirmam que o clima entre os estudantes é de medo. A cobrança principal da comunidade é por mais segurança dentro das escolas e medidas concretas para evitar novos episódios de violência no ambiente escolar.
A direção da escola acionou a Polícia Militar, que esteve no local e registrou a ocorrência. Ainda de acordo com as informações divulgadas, a mãe do aluno ferido foi orientada sobre as medidas que podem ser tomadas posteriormente em relação ao caso.
O episódio gerou forte repercussão em Itabira e reacendeu o debate sobre segurança nas escolas, estrutura da rede municipal e o impacto que a falta de funcionamento de unidades do próprio bairro pode causar na rotina das famílias.
A expectativa agora é por esclarecimentos oficiais e providências para garantir mais proteção aos alunos.





























































